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Centro Cultural de Vila das Aves exibe novo filme de Edgar Pêra

25 Outubro 2023

RODADO NA ANTIGA FÁBRICA DO RIO VIZELA, “NÃO SOU NADA”

SERÁ PROJETADO NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, 30 DE OUTUBRO

O Centro Cultural Municipal de Vila das Aves exibe, na próxima segunda-feira, 30 de outubro, pelas 21h00, o filme “Não Sou Nada”, do realizador Edgar Pêra. Esta sessão contará com a presença do cineasta, do produtor, Rodrigo Areias, e do ator Miguel Borges. A obra, inspirada nos heterónimos de Fernando Pessoa, contou com o apoio do Município de Santo Tirso e foi rodada na antiga Fábrica do Rio Vizela, em agosto de 2020.

“Não Sou Nada” chega esta quinta-feira às salas de cinema de todo o país, depois de ter estreado, em janeiro deste ano, no Festival Internacional de Cinema de Roterdão”, onde foi aclamado pela crítica.

Com argumento da escritora Luísa Costa Gomes e do próprio Edgar Pêra, o filme conta com um elenco de prestígio, onde constam nomes como Miguel Borges (no papel de Fernando Pessoa), Albano Jerónimo, Victória Guerra, Paulo Pires e Miguel Nunes.

Em agosto de 2020, numa altura em que o mundo vivia as restrições impostas pela pandemia da covid-19, a antiga Fábrica do Rio Vizela, na freguesia de Vila das Aves, foi transformada num verdadeiro estúdio de cena, com toda a rodagem a acontecer em modelo de “quarentena cinematográfica”. A equipa ficou, assim, confinada a apenas dois espaços: o set de rodagem e o hotel onde esteve alojada, no centro de Santo Tirso.

Produzido por Rodrigo Areias, “Não Sou Nada” é descrito como um thriller psicológico, que proporciona uma viagem pelo universo mental de Fernando Pessoa e dos seus múltiplos heterónimos, materializados no “Nothingless Club”.

A exibição do filme no Centro Cultural Municipal de Vila das Aves (CCMVA) terá entrada gratuita, até à lotação da sala, mediante reserva de bilhete/convite através do email cultura@cm-stirso.pt, ou levantamento prévio na bilheteira do CCMVA.

Fundada em 1845, a Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela foi a primeira unidade de fiação do país e uma das mais emblemáticas unidades fabris do Vale do Ave. Pioneira no processo de industrialização local, no início dos anos 50 a fábrica contava com três mil trabalhadores, sendo uma das maiores empresas têxteis da Europa.

A partir de 1990, a empresa viveu sempre em crise, acabando por encerrar a atividade em 2001. “Não Sou Nada” foi rodado no espaço de escritórios dos anos 20 ali existente, que Edgar Pêra viu como o cenário ideal para este filme.

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