Santo Tirso já tem quatro unidades locais de Proteção Civil
Conteúdo atualizado em3 de junho de 2026às 16:58
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A Comissão Municipal de Proteção Civil de Santo Tirso aprovou a criação das primeiras quatro Unidades Locais de Proteção Civil no concelho.
As novas estruturas passam a integrar as freguesias de Rebordões, União das Freguesias de Carreira e Refojos, União das Freguesias de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e São Miguel) e Burgães e Vila das Aves, reforçando a capacidade de prevenção, preparação, resposta e recuperação local perante situações de emergência.
Para o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa “a proximidade ao território representa uma das maiores vantagens destas novas unidades”, salientando que “o conhecimento das características de cada freguesia, das suas infraestruturas críticas, das populações mais vulneráveis e das dinâmicas locais permite melhorar significativamente o planeamento, a prevenção e a gestão de ocorrências”.
O autarca considera que “o Município dá, assim, mais um passo na consolidação de uma proteção civil mais próxima das populações, mais participada, mais resiliente e melhor preparada para enfrentar os desafios decorrentes dos riscos naturais, tecnológicos e mistos que podem afetar o território”, e assume “a ambição de chegar às 14 Unidades Locais de Proteção Civil, uma em cada freguesia do concelho”.
As Unidades Locais de Proteção Civil constituem estruturas de proximidade que funcionam em estreita articulação com o departamento Municipal de Proteção Civil, promovendo uma ligação direta entre os cidadãos, as juntas de freguesia e o sistema municipal de proteção civil.
Estas estruturas têm como missão identificar riscos locais, colaborar na divulgação de medidas de autoproteção, sinalizar situações de vulnerabilidade, apoiar ações de sensibilização da população e contribuir para uma resposta mais rápida e eficaz em situações de emergência.
A criação destas quatro Unidades Locais de Proteção Civil representa um investimento na prevenção, na proximidade e na resiliência das comunidades, reforçando a segurança, a coesão territorial e a capacidade de resposta do concelho.