Município avança com conservação de fontes ornamentais históricas de Santo Tirso
Conteúdo atualizado em14 de julho de 2026às 18:27
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INVESTIMENTO DE CERCA DE 84 MIL EUROS CONTEMPLA INTERVENÇÕES DE VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO
A Câmara Municipal de Santo Tirso avançou com duas empreitadas destinadas à conservação e valorização do património cultural do concelho, num investimento global de cerca de 84 mil euros. As intervenções contemplam trabalhos de conservação da histórica Fonte dos Cãezinhos e de mais cinco fontes ornamentais da cidade.
A primeira empreitada incide na Fonte dos Cãezinhos, fontanário do século XVIII que integra o portal central de acesso à antiga Quinta de Fora do Mosteiro de Santo Tirso e constitui um dos elementos patrimoniais mais emblemáticos da cidade.
A intervenção contempla a recuperação e substituição das cantarias danificadas, a remoção da vegetação infestante, a limpeza e conservação das superfícies em pedra e a recuperação dos rebocos, bem como a reabilitação do portão em madeira, salvaguardando as características arquitetónicas e patrimoniais do conjunto. A valor da empreitada é de mais de 21 mil euros.
Em paralelo, o Município está a proceder à conservação das fontes ornamentais da Praça 25 de Abril, da Rotunda Timor-Lorosae, do Parque D. Maria II, do Largo Domingos Moreira e do Largo do Tribunal, numa intervenção adjudicada por cerca de 62,5 mil euros.
Os trabalhos incluem a reparação de pavimentos e revestimentos, a correção de fissuras, a limpeza das superfícies, a aplicação de soluções de impermeabilização, e, ainda, a beneficiação dos sistemas hidráulicos e elétricos, assegurando melhores condições de funcionamento, segurança, durabilidade e conservação destes equipamentos.
O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa, considera que estas intervenções “representam mais um passo na estratégia de valorização do património histórico e do espaço público do concelho”, reforçando o compromisso do Município com a conservação e qualificação de elementos estruturantes da identidade do território.
O autarca destaca que “este é um compromisso com a preservação da identidade e da memória coletiva das nossas comunidades”. “O património faz parte daquilo que somos enquanto comunidade e merece ser transmitido às gerações futuras nas melhores condições possíveis”, acredita Alberto Costa, defendendo também que a valorização destes espaços contribui para o reforço da atratividade do concelho.