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Repavimentação definitiva da EN105 em curso

14 Outubro 2015
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Estão em curso as obras de requalificação definitiva da EN 105, depois da intervenção da empresa Águas do Norte, que envolveu a instalação de infraestruturas de redes de drenagem de águas residuais domésticas, na União de Freguesias de Carreira/Refojos e na União de Freguesias de Lamelas/Guimarei. 

A conclusão dos trabalhos da empreitada na EN 105, uma das principais vias rodoviárias que atravessa o concelho, está assim em linha com o que havia ficado definido no plano de intervenção previsto para o alargamento da rede de saneamento.

Da parte da Câmara Municipal, tem havido um acompanhamento sempre de perto dos trabalhos relativos à colocação das infraestruturas de saneamento, com o objetivo de garantir que os prazos para a execução da obra estejam a ser cumpridos. Neste sentido, no período que antecedeu a ordem do dia da reunião da Câmara Municipal, que decorreu no passado dia 8 de outubro, Joaquim Couto esclareceu que a autarquia “sempre fez sentir às entidades envolvidas na empreitada de alargamento da rede de saneamento básico a necessidade do cumprimento dos prazos estabelecidos, na tentativa de causar o menor impacto possível aos condutores e moradores que se servem da EN 105”.

Joaquim Couto lamentou, contudo, que tenha havido uma tentativa de aproveitamento político que alguns quiseram tirar com uma questão tão séria quanto melindrosa, por estar em causa a segurança rodoviária de quem utiliza diariamente a EN 105. “É, pois, de mau tom procurar aproveitar o natural transtorno provocado pelas obras nos utilizadores daquela estrada nacional para fins políticos ou partidários, fazendo inaceitáveis associações entre os trabalhos a decorrer na via com os pretensos índices de sinistralidade, pontos negros e número de mortos e feridos ocorridos na EN 105”.

Recorde-se que depois da primeira intervenção, foi colocado pavimento provisório, como é de lei. A Infraestruturas de Portugal exige que o pavimento provisório seja mantido por um período mínimo de dois meses, com a finalidade de propiciar eventuais degradações emergentes por ação do processo de consolidação dos materiais de enchimento das valas por ação do tráfego. Findo este prazo e após autorização da Infraestruturas de Portugal, o pavimento provisório deve ser removido e executa-se a pavimentação definitiva da via. Esta é a última fase, que está em curso.

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