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IMI mais baixo em Santo Tirso

24 Setembro 2015
Cidade 1 980 2500

AUTARQUIA ENGLOBA AGREGADOS COM APENAS UM FILHO E ABRANGE 11 MIL FAMÍLIAS

A Câmara de Santo Tirso vai avançar com uma redução no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para as famílias com filhos, englobando os agregados com 1, 2, 3 ou mais dependentes a cargo. Segundo o presidente da autarquia, Joaquim Couto, “há cerca de 11 mil famílias do concelho que vão pagar menos IMI em 2016”.

A medida da Câmara de Santo Tirso prevê uma redução do IMI em cinco por cento para as famílias com um filho, de oito por cento para as famílias com dois filhos e 15 por cento para as que têm três ou mais. “Trata-se de uma medida com um forte impacto social”, explicou Joaquim Couto.

Para além de adotar a medida do IMI familiar, e à semelhança do ano passado, a taxa deste imposto para 2016 fixa-se em 0,375 por cento. Ou seja, “a redução da taxa do IMI abrange todas as famílias, dado que se fixa 25 por cento abaixo do limite máximo legal”, advogou.

Em 2015, apontou o autarca de Santo Tirso, “esta medida significou uma perda de receita municipal na ordem dos 2,2 milhões de euros, valor que deverá aumentar face à implementação dos descontos para as famílias com filhos”.

Desta forma, “estamos a dar um claro sinal de alívio da carga fiscal aos nossos munícipes. Só em Santo Tirso há cerca de 11 mil famílias que vão pagar menos IMI no próximo ano”, enfatizou.

Joaquim Couto lamentou, contudo, que a população tenha vindo a ser castigada com a decisão do Governo, que acabou com uma cláusula-travão que limitava o aumento do imposto até os 75 euros e por uma avaliação dos imóveis, contestada pela Defesa do Consumidor.

Por outro lado, a decisão de reduzir o IMI para as famílias com filhos e de manter a taxa geral do IMI em 0,375 por cento, 25 por cento abaixo do limite máximo legal, é vista pelo presidente da Câmara de Santo Tirso como uma medida que traduz o rigor e a responsabilidade da gestão municipal.

As práticas populistas “conduzem, normalmente, a maus resultados, com consequências diretas no bolsos dos munícipes”, que se veem obrigados a pagar taxas máximas de IMI por irresponsabilidade dos gestores políticos. Em Santo Tirso, garantiu Joaquim Couto, “a população pode ficar descansada, pois o Município vai continuar a ser gerido com rigor e responsabilidade, para não ser posto em risco o normal funcionamento da Câmara e as suas respostas sociais, cada vez mais necessárias”.

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