Passar para o Conteúdo Principal
siga-nos
FacebookRSSadicionar aos favoritos

Câmara discorda da solução encontrada para a EN14

16 Fevereiro 2015
Img 6581 1 980 2500

O presidente da câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, critica a solução encontrada pelo Governo para a Estada Nacional 14 (EN14). A posição da autarquia foi simbolicamente apresentada,em conferência de imprensa, no nó de acesso à A3, saída Santo Tirso/Trofa, local atravessado pela Estrada Nacional 104, um troço não contemplado no novo eixo rodoviário.
Para Joaquim Couto o projeto do Governo "não só não satisfaz as exigências do tráfego atual" como vai contribuir para um isolamento ainda maior da cidade. "Não é uma solução satisfatória para Santo Tirso, nem deveria ser para a Trofa e para Famalicão. Resolve o problema do tráfego na Maia, mas apenas isso. A solução anteriormente pensada era uma verdadeira variante. Esta é um arranjo, que espero que venha a ser revogada por um futuro governo", acrescenta o autarca.
O Presidente da Câmara de Santo Tirso exige ser ouvido pelo Governo e critica a "medida de régua e esquadro" que além de não resolver os problemas de tráfego, esquece o tecido empresarial que o Governo devia defender. “Esta medida prejudica muito Santo Tirso para além de que esquece um tecido empresarial importante do Médio Ave" lamenta.
O presidente da câmara Municipal de Santo Tirso exige, ao Governo e à empresa Estradas de Portugal, soluções para servir as zonas empresariais e industriais da região que não foram contempladas e defende que uma futura empreitada seja aproveitada para fazer ligação entre a A3 e a A7.
O projeto de alternativa à EN14, com um custo estimado de 36 milhões de euros, foi anunciado pelo primeiro-ministro a 31 de janeiro, e põe de lado a solução anterior, com perfil de autoestrada, e com um custo previsto de 190 milhões.

Partilhar
ColorAdd Icone