Passar para o Conteúdo Principal
siga-nos
FacebookRSSadicionar aos favoritos

Executivo inicia reuniões descentralizadas

23 Dezembro 2013
Foto 1 980 2500

 

Presidente da Câmara considera "importante" aproximar órgãos de decisão aos munícipes

 

Pela primeira vez, o executivo municipal de Santo Tirso reuniu «fora de portas». Dando seguimento a mais uma das suas promessas eleitorais, o presidente da Câmara de Santo Tirso promoveu a reunião pública da autarquia de hoje na sede da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Campo (S. Martinho), São Salvador do Campo e Negrelos (S. Mamede). Para Joaquim Couto, esta é uma forma “de criar maior proximidade entre os órgãos decisores e os munícipes”.

Foi a primeira e não será a última. Os vereadores da autarquia estiveram, esta segunda-feira, em São Martinho do Campo, na primeira reunião pública descentralizada do executivo liderado por Joaquim Couto. A iniciativa cumpre não só a promessa de estar próximo da população, mas também de ouvir as pessoas. “O diálogo social foi uma das prioridades assumidas durante a campanha eleitoral. Faz, por isso, todo o sentido que algumas das reuniões públicas da Câmara, nas quais os munícipes podem intervir, sejam realizadas um pouco por todo o concelho”, defendeu o autarca.

O presidente da Câmara prometeu que esta não será a última vez que o executivo reúne fora dos Paços do Concelho. Durante o próximo ano, anunciou, “iremos promover mais reuniões públicas descentralizadas, a ter lugar noutras juntas de freguesia”.

Na ordem dia da reunião do executivo, todas as propostas foram aprovadas por unanimidade. Destaque para os subsídios atribuídos às juntas de freguesias de Roriz e Água Longa, para aquisição de tratores para esvaziamento de fossas e limpezas das vias de comunicação.

 

 

PROTOCOLO COM A JUNTA

No final da reunião camarária, o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, e o presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Campo (S. Martinho), São Salvador do Campo e Negrelos (S. Mamede), Marco Cunha, assinaram um contrato de comodato, tendo por objeto o direito de utilização da extinta escola de Rechã, localizada na freguesia de S. Mamede de Negrelos. “Perante o encerramento deste estabelecimento  de ensino, consideramos que era importante dar um fim ao edifício, de forma a não ficar votado ao abandono, dado tratar-se de um património cultural e arquitetónico do concelho que importa preservar”.

De acordo com o protocolo assinado, a Junta de Freguesia a da União das Freguesias de Campo (S. Martinho), São Salvador do Campo e Negrelos (S. Mamede) fica, agora, responsável por utilizar as instalações do edifício da extinta escola Jardim de Infância da Rechã para “fins da comunidade local”, podendo ceder o edifício “a associações locais, quando se justificar”.

O contrato de cedência tem a duração de um ano, podendo ser renovado por períodos iguais e sucessivos.

Partilhar
ColorAdd Icone