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Fotógrafo Jorge Molder na inauguração de exposição no Museu Internacional de Escultura Contemporânea: "Estou muito contente por expor em Santo Tirso"

30 Outubro 2017
Jorge molder  1  1 980 2500

“O Museu Internacional de Escultura Contemporânea é um sítio de grande importância a nível nacional e internacional. Não é a arte que vem e se desloca até cá. É o espírito deste sítio que está e estará cada vez mais alto. Estou, por isso, muito contente por expor aqui”. Foi assim que o fotógrafo Jorge Molder inaugurou a exposição “Jeu de 54 Cartes”, na passada sexta-feira, em Santo Tirso. Para ver até 21 de janeiro.

Jorge Molder é o autor da primeira obra de arte portuguesa a entrar na coleção da Unesco. Na sexta-feira, inaugurou “Jeu de 54 Cartes”, uma exposição composta por 55 fotografias. O fotógrafo, reconhecido além-fronteiras, preparou um trabalho inédito para apresentar no Museu Internacional de Escultura Contemporânea, baseado no seu processo criativo de noção de jogo.

“É uma exposição inédita. Estamos, por isso, muito honrados, que o Jorge Molder tenha aceite este desafio, escolhendo Santo Tirso para apresentar o seu trabalho. É um mérito que se deve, também, à crescente notoriedade do Museu Internacional de Escultura Contemporânea, ao longo do último ano e meio”, congratulou-se o presidente da Câmara Municipal, Joaquim Couto.

As fotografias em exposição, realizadas ao longo do corrente ano, têm por base a estrutura típica do popular baralho de cartaz francês. Uma narrativa relacionada com o mundo dos sonhos, no qual o artista, natural de Lisboa, se assume como um jogador peculiar.

“Este é um conjunto de imagens que, de algum modo, utiliza e subverte também a lógica de um baralho de cartas, que é composto por 4 naipes de 13 cartas, 52 imagens mais dois jokers. Eu acrescentei-lhe uma coisa: um pequeno dado magnético, a que chamo Gabarito, porque é a medida que eu utilizo para calcular alturas e certos tipos de coisas no meu ambiente de trabalho”, explicou Jorge Molder.

Com entrada gratuita, a exposição estará patente até ao dia 21 de janeiro, marcando a programação cultural prevista para o Museu Internacional de Escultura Contemporânea. “As nossas prioridades para este novo mandato mantêm-se e renovam-se. A área da cultura será reforçada, para que o Museu Internacional de Escultura Contemporânea continue a ser um dos principais embaixadores de Santo Tirso no país e no estrangeiro”, assegurou Joaquim Couto.

O Museu Internacional de Escultura Contemporânea junta-se assim a espaços de renome como o Art Institute of Chicago, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia ou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde Jorge Molder já apresentou a sua obra.

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