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Orçamento 2019 reforça ambição estrutural para Santo Tirso

21 Novembro 2018
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TRANSFERÊNCIAS DA CÂMARA PARA AS FREGUESIAS SUPERIORES ÀS DO ORÇAMENTO DO ESTADO

A Câmara de Santo Tirso aprovou esta quarta-feira, em reunião extraordinária do executivo municipal, o Orçamento para 2019. Num valor global de 50,9 milhões de euros, as Grandes Opções do Plano e Orçamento refletem a aposta política em setores como o ambiente, a coesão social, a economia e a governança, não esquecendo as freguesias, para as quais são transferidos 1,6 milhões de euros, para além do 1,1 milhão de euros que são transferidos pelo Estado.

“O orçamento que vai continuar a mudar Santo Tirso é rigoroso e responsável, mas é também ambicioso” e prevê o reforço da “ambição infraestrutural para o Município”, segundo o presidente da Câmara, Joaquim Couto, contemplando obras em fase de conclusão, projetos em curso, ou previstos serem concluídos no próximo ano e seguintes.

No capítulo da governança, Joaquim Couto sublinhou o esforço da Câmara em apoiar as juntas de freguesia. Assim, para além do investimento direto em obras dispersas por todo o concelho, a autarquia vai transferir 1,6 milhões de euros para as freguesias, mais meio milhão do que o próprio Estado.

“Vamos manter os apoios financeiros extraordinários às juntas de freguesia, pese embora não termos de o fazer, em respeito pela autonomia administrativa e financeira das duas autarquias, bem como manter os acordos de execução e a delegação de competências”, defendeu o presidente da Câmara Santo Tirso.

As Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2019 foram esta quarta-feira aprovadas em reunião extraordinária do executivo camarário, com os votos favoráveis dos vereadores do PS. O presidente da autarquia espera que o orçamento, no valor global de 50,9 milhões de euros, suba no decorrer do próximo ano, tendo em conta os mais de quatro milhões que são esperados por via do Orçamento do Estado e dos fundos comunitários.

Ao longo de 2019, detalhou Joaquim Couto, “o Orçamento terá de ser, naturalmente, revisto em alta, para acomodar o financiamento comunitário, para executar, entre outros projetos, a requalificação das Áreas de Acolhimento do Alto da Cruz e da Ermida, e também as verbas a que o Estado está obrigado, oriundas do Fundo de Equilíbrio Financeiro”.

O documento previsional para 2019 reforça, exatamente, a ambição infraestrutural para o Município, contemplando um vasto conjunto de obras e projetos. É o caso da construção de uma pista de atletismo; da ligação de Vila Nova do Campo à Estação de Caminhos de Ferro de Lordelo; da segunda fase da requalificação da EM513, em Vilarinho; do Mercado Municipal; da criação do Parque Silvestre do Verdeal, em Vila das Aves e S. Tomé de Negrelos; da Casa da Juventude, no Parque do Ribeiro do Matadouro que irá, também, ser ampliado; da requalificação do nó de Frádegas e da reabilitação das estações de caminhos de ferro de Santo Tirso e Vila das Aves, para acolher alguns serviços municipais e prestar um melhor serviço à população de Santo Tirso.

Relativamente ao endividamento, as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2019 apontam para uma diminuição da dívida de muito longo prazo da autarquia, de 30 para 29 milhões. Em termos de poupança, prevê-se que o valor atinja os 3,9 milhões de euros que serão aplicados em despesa de capital.

Com a diminuição da carga fiscal já aprovada, nomeadamente reduções ao nível do IMI, IMT e Derrama, o presidente da Câmara de Santo Tirso lembrou ainda a forte contribuição da autarquia para “a dinamização da economia local”, dado que 60 por cento dos fornecedores têm sede no Município. Além disso, acrescentou, “temos vindo a diminuir o prazo médio de pagamento aos fornecedores”, que, atualmente, se situa, em média, em 20 dias.

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