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Obras na Praça Camilo Castelo Branco avançam para segunda fase

06 Fevereiro 2019
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REQUALIFICAÇÃO JÁ ARRANCOU E ABRANGE A RUA DR. JOAQUIM PIRES DE LIMA E TROÇO DA RUA DOS CARVALHAIS

A segunda fase da requalificação da Praça Camilo Castelo Branco já está no terreno e segue a linha pensada para toda a cidade de modo a aumentar a segurança dos peões. O investimento é de 300 mil euros e a obra terá a duração de 150 dias.

Depois de, com a primeira intervenção, terem sido eliminados os constrangimentos de trânsito no cruzamento, a segunda fase da obra na Praça Camilo Castelo Branco estende-se à Rua Dr. Joaquim Pires de Lima e ao troço da Rua dos Carvalhais e irá permitir a criação de uma via totalmente livre de barreiras para pessoas com mobilidade reduzida. Os peões passam a ter a possibilidade de utilizar toda a largura da via para “caminhadas, passeios e usufruto do comércio ali instalado”, explica o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

Consequentemente, o espaço automóvel será reduzido, fruto de uma politica de reorganização da cidade cada vez mais direcionada para privilegiar o que não é poluente. “Queremos continuar a desenvolver a cidade de modo a aproximar as pessoas do usufruto do espaço público e estamos certos de que a continuação desta obra trará isso mesmo”, sublinha o autarca, enfatizando que a linha seguida pelo Município “é transversal a toda a cidade e pretende não só melhorar a circulação, como aumentar a segurança e tornar os peões os utilizadores primordiais das vias do centro da cidade”.

Os sentidos de trânsito irão convergir nas duas extremidades da Rua Dr. Joaquim Pires de Lima, de modo a permitir a subida na Rua dos Carvalhais.

A obra contempla, ainda, a instalação de infraestruturas de drenagem de águas pluviais e residuais, de abastecimento de gás, eletricidade, telecomunicações e rede de rega que, aliada à arborização e mobiliário urbano, irá “dotar a zona de melhores condições para habitantes e comerciantes”.

“Esta será uma solução para a diversificação e melhoria da mobilidade das pessoas, assim como o aumento da consciência de responsabilidade social que irá resultar na eliminação de práticas inimigas da sustentabilidade e do meio ambiente”, defende Joaquim Couto.

O trânsito estará condicionado durante 150 dias. Concluída a obra as mais valias notar-se-ão, nomeadamente “ao nível da proximidade entre o comércio e as pessoas”, conclui.

 

 

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