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Mercados & Mostras Urbanos

A ocorrência de Mercados & Mostras Urbanos é já uma realidade em todo o país. Inserem-se nas atribuições dos municípios nos domínios da Área do Turismo e do Desenvolvimento Económico (projetando o território a domínios supra municipais).

Os mercados e mostras constituem, na sua génese, espaços de troca comercial e/ou, espaços de exposição de acervos e coleções.
Na atualidade estes ´encontros´ recuperam o fulgor de outrora, conquistando novos ´mercadores´, e, impondo uma ´nova tradição´, motivadora e atraente para moradores, visitantes e turistas.

A dimensão social agrega valores culturais e económicos de relevante interesse no panorama atual. São disso exemplo os mercados temáticos, de matriz marcadamente urbano, que se desenvolvem mais ou menos de forma espontânea em todas as cidades do mundo ocidental e que, na sua estrutura, caráter temporário e público específico, se afastam do esquema tradicional das feiras municipais.
Os mercados e mostras constituem-se como espaços de encontro e interação humana. Em suma, são espaços de sociabilização.
A escolha de espaços urbanos, de fruição coletiva, assume o propósito de assegurar uma dinâmica saudável e sustentável, promovendo o conceito da economia circular, fomentando um forte sentimento de pertença.

Pretende-se dinamizar diferentes setores produtivos e criativos, nos quais estão inscritos os ofícios tradicionais, a produção agrícola e florícola, os labores contemporâneos, a arte do colecionismo, a paixão pelas antiguidades e raridades, a sedução pelo usado, etc.

Considerando as caraterísticas destes mercados, nomeadamente, os artigos em banca, os horários e calendário de realização e o público-alvo, não se observa qualquer competição com o comércio local, antes um fortíssimo aliado. A movida urbana vai atrair pessoas à cidade, vindas de todo o lado, proporcionando maior visibilidade ao comércio tradicional/local.

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